No início da década de 1990, produtores de mais de 14 municípios da Zona Sul deram início ao plantio de acácias negras (Acacia mearnsii). A região, até então economicamente estagnada, passou a contar com recursos provenientes da cultura da madeira, que com o desenvolvimento do mercado externo, despertou o interesse de grandes empresas e inúmeros produtores. No início dos anos 2000, o plantio foi largamente efetivado, atingindo seu ápice em 2008. No entanto, logo a seguir, a crise econômia internacional prejudicou o fluxo de compra da madeira e enfraqueceu o segmento, deixando-o adormecido. A grande novidade é que, após anos de incerteza, novos investimentos e uma associação de produtores de acácia conferem fôlego e prometem realavancar a venda de cavacos de acácia para países que investem na produção de energia e celulose. Uma grande aposta começa a brotar nas florestas da região Sul do Estado.
Segundo a Sociedade Brasileira de Silvicultura (SBS), em 2008 existiam 55 empresas entre serrarias, marcenarias, reflorestadores, produtores de carvão e usinas geradoras de energia elétrica através de resíduos florestais na região de Piratini. Neste período, o setor empregava 1.830 pessoas, 10% da população da cidade, onde também existiam 6,5 mil indivíduos que se beneficiavam direta e indiretamente da atividade, o que representava 33% do município.
Com a alta na demanda do mercado japonês, aumentou a quantidade de navios no porto. As operações das embarcações estavam ágeis, principalmente em decorrência da queda do volume da soja, e não precisam esperar para atracar. Essa situação levou as empresas a aumentarem a sua capacidade de atendimento. A Tanac, que trabalha desde o plantio das florestas de acácia até a entrega do produto final ao cliente, investiu R$ 5 milhões na ampliação de 60% da sua planta industrial de cavaco de madeira, em Rio Grande, e ampliou o número de funcionários. Ela também destinou R$ 15 milhões para a compra de terras na Metade Sul, e hoje conta com quase 28 mil hectares de florestas plantadas no Estado que rendem a exportação anual de 750 mil toneladas de cavacos de madeira de acácia para a indústria de celulose no Japão.
No final dos anos 2000, grande parte do cavaco exportado pelo porto de Rio Grande era originária das regiões de Piratini e Pinheiro Machado, proporcionando uma aplicação de R$ 50 milhões na ampliação do cais do terminal portuário Bianchini, que quase dobrou de tamanho. Os investimentos desenvolveram a atividade e aumentaram a capacidade de competição do setor produtivo brasileiro no mercado mundial, visando a geração de emprego, ocupação e renda, aumento das exportações, competição com as importações e com serviços internacionais e desenvolvimento tecnológico e regional. Neste cenário socioeconômico e ambiental, muitos foram os desafios enfrentados pelas empresas florestais, uma vez que a estrutura organizacional do setor é de gestão descentralizada e voltada, prioritariamente, à questão do meio ambiente.
Segundo a Sociedade Brasileira de Silvicultura (SBS), em 2008 existiam 55 empresas entre serrarias, marcenarias, reflorestadores, produtores de carvão e usinas geradoras de energia elétrica através de resíduos florestais na região de Piratini. Neste período, o setor empregava 1.830 pessoas, 10% da população da cidade, onde também existiam 6,5 mil indivíduos que se beneficiavam direta e indiretamente da atividade, o que representava 33% do município.
Com a alta na demanda do mercado japonês, aumentou a quantidade de navios no porto. As operações das embarcações estavam ágeis, principalmente em decorrência da queda do volume da soja, e não precisam esperar para atracar. Essa situação levou as empresas a aumentarem a sua capacidade de atendimento. A Tanac, que trabalha desde o plantio das florestas de acácia até a entrega do produto final ao cliente, investiu R$ 5 milhões na ampliação de 60% da sua planta industrial de cavaco de madeira, em Rio Grande, e ampliou o número de funcionários. Ela também destinou R$ 15 milhões para a compra de terras na Metade Sul, e hoje conta com quase 28 mil hectares de florestas plantadas no Estado que rendem a exportação anual de 750 mil toneladas de cavacos de madeira de acácia para a indústria de celulose no Japão.
No final dos anos 2000, grande parte do cavaco exportado pelo porto de Rio Grande era originária das regiões de Piratini e Pinheiro Machado, proporcionando uma aplicação de R$ 50 milhões na ampliação do cais do terminal portuário Bianchini, que quase dobrou de tamanho. Os investimentos desenvolveram a atividade e aumentaram a capacidade de competição do setor produtivo brasileiro no mercado mundial, visando a geração de emprego, ocupação e renda, aumento das exportações, competição com as importações e com serviços internacionais e desenvolvimento tecnológico e regional. Neste cenário socioeconômico e ambiental, muitos foram os desafios enfrentados pelas empresas florestais, uma vez que a estrutura organizacional do setor é de gestão descentralizada e voltada, prioritariamente, à questão do meio ambiente.
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