Mas será que essa notícia nojenta é verdadeira ou farsa?
É verdadeira! Mas antes que você sai pela casa vomitando aquela barra de chocolate que você comeu há poucas horas, é bom que fique bem claro que a notícia se refere ao chocolate dos EUA.
Origem
Tudo parece ter começado com uma reportagem publicada no dia 26 de março de 2012, no site de notícias da rede americana ABC. Segundo a jornalista Lauren Torrisi, grande parte dos consumidores americanos que são alérgicos ao chocolate tem alergia, na verdade, aos fragmentos de insetos presentes na guloseima
A matéria explica que as baratas transitam livremente nos galpões onde a matéria prima do chocolate descansa e, quando esse cacau segue para a refinaria é moído e as bichinhas vão junto! Eca…
Lauren também explica que, de acordo com a determinação do FDA (órgão que controla remédios e alimentos nos EUA), o chocolate pode conter até 60 fragmentos de insetos em cada 100g.
A mesma reportagem também acalma os leitores. Com a ajuda do médico alergista Dr. Morton M. Teich, a ABC explica que o chocolate não é o único produto culpado pela contaminação e/ou alergia dos consumidores, outros alimentos como a manteiga de amendoim, macarrão, frutas, queijo, pipoca, trigo também podem conter este material. Dr. Teich diz que não há razão para que o americano tire o chocolate de sua alimentação.
No Brasil
Aqui, também temos um órgão que fiscaliza e controla o que comemos e bebemos. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA.
Em 2 de março de 2011, a ANVISA publicou uma atualização determinando, conforme anexo 1 (página 7) que os chocolates podem conter até 10 fragmentos de insetos em 100g do alimento. No caso de pelo de roedor, a ANVISA permite “apenas” 1 em cada 100g.
Conclusão
Notícia real!


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