Os 18 municípios da Zona Sul que decretaram situação de emergência devido às perdas provocadas pela chuva no último mês trabalham agora para a liberação de recursos.
Destes, apenas Santa Vitória do Palmar eTuruçu ainda aguardam a homologação do decreto, mas já levantam os prejuízos que deverão ser informados ao Ministério da Integração Nacional juntamente com a quantia que se julga necessária para os reparos. Os planos de trabalhos de todas as cidades para receber os recursos devem estar concluídos até o dia 10 de junho.
A maioria dos pedidos envolve reconstrução de pontes e restauro de estradas. Canguçusolicitará reparo em 21 pontes e também verba para três casas que foram destruídas pelo mau tempo. O pedido deverá ficar em torno dos R$ 11 milhões. Este é o terceiro decreto de situação de emergência em três anos solicitado pelo município. Em Jaguarão há vários trechos nos 1,2 mil quilômetros de estrada rural onde há problemas causados pelo acúmulo de água.
Em Pelotas os prejuízos chegam a R$ 55,4 milhões na produção agrícola, no setor privado, e R$ 21,9 milhões no setor público, referente a problemas de infraestrutura, como defeitos nas estradas, pontes e também na Unidade Básica de Saúde (UBS) Grupelli. Em Pedras Altas, o prefeito Fábio Tunes afirma que as chuvas levaram a perdas de R$ 30 milhões, entre agricultura e estradas. Estas, inclusive, a prefeitura tem utilizado recursos próprios nos reparos. Já as cidades de Candiota, São Lourenço do Sul, Pedro Osório e Aceguá ainda estão em fase de elaboração do material e contabilizam os danos.
Para o coordenador regional da Defesa Civil, o 1º tenente Charles Silveira, quanto antes os municípios se organizarem melhor, já que o processo costuma ser lento e tem o prazo de 180 dias para que os líderes apresentem os pedidos e façam os encaminhamentos com a verba que for liberada. O mínimo para o pedido ao Ministério é o valor de R$ 250 mil e não há teto, mas para a liberação do recurso é preciso que o plano de trabalho esteja livre de erros e com informações precisas sobre o que será feito. Valores até R$ 1 milhão são pagos em uma parcela, acima disto até R$ 5 milhões em duas e mais de R$ 5 milhões em três parcelas.
O presidente da Azonasul e prefeito de Morro Redondo, Rui Brizolara, destacou a união dos municípios em busca de um socorro imediato para os graves problemas que se instalaram devido ao mau tempo. “Temos trabalhado como região, em nome da região e isto dá bastante força para que se busque uma solução.”
Os prejuízos
Com uma chuva que se estendeu desde a metade de março até o final de abril, os municípios da região registraram enormes prejuízos na agricultura, com perdas de lavouras de soja e arroz, e na infraestrutura de pontes e estradas rurais que caíram ou ficaram intransitáveis. O valor estimado em R$ 500 milhões deverá ser atualizado após a conclusão dos planos de trabalhos onde as cidades farão uma revisão na quantia perdida. Santa Vitória do Palmar, Arroio Grande e Chuí foram as localidades mais atingidas, registrando perdas de até 80% na safra.
Com uma chuva que se estendeu desde a metade de março até o final de abril, os municípios da região registraram enormes prejuízos na agricultura, com perdas de lavouras de soja e arroz, e na infraestrutura de pontes e estradas rurais que caíram ou ficaram intransitáveis. O valor estimado em R$ 500 milhões deverá ser atualizado após a conclusão dos planos de trabalhos onde as cidades farão uma revisão na quantia perdida. Santa Vitória do Palmar, Arroio Grande e Chuí foram as localidades mais atingidas, registrando perdas de até 80% na safra.
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