Sem políticas específicas cresce o número de órfãos de usuárias de drogas - PinheirOnline

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Sem políticas específicas cresce o número de órfãos de usuárias de drogas

Sem políticas específicas cresce o número de órfãos de usuárias de drogas

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Agência CNMAgência CNM
Além de estar presente em 98% dos Municípios brasileiros, de acordo com dados da Confederação Nacional de Municípios (CNM), o crack também está desestruturando famílias e deixando órfãos. Atualmente são 45 mil crianças em abrigos provisórios, de acordo com o Cadastro Nacional de Adoção (CNA), um índice 10% maior que o ano passado. Questões como maus tratos, violência, negligência, e o uso do crack e outras drogas são os motivos de desestruturação dessas famílias.

Em Belo Horizonte, em 2012, 29 recém-nascidos saíram do parto para os abrigos. Neste ano, até junho, já foram 18 crianças. A demanda é tão grande que foram criadas duas instituições na capital para acolher exclusivamente bebês, e em uma semana, todas as vagas foram ocupadas. Cerca e 80% a 90% das crianças que chegam aos abrigos, ou vão pra família substituta ou permanecem nos abrigos.
Apesar dos homens serem líderes na taxa de uso de crack e cocaína, entre as mulheres usuárias o índice de dependência foi de 54% em 2012.
Criação de políticas públicas
A CNM alerta sobre importância de criar políticas públicas para as mulheres usuárias de drogas. De acordo com a entidade, atualmente não existe nenhuma política pública nacional que acolha esta parcela da população. Outro aspecto levantando pela CNM é a grave falta de integração entre as políticas de saúde e de enfrentamento ao uso de drogas.

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