A menor desde então se encontra sob a guarda do pai e não
deve mais retornar para a mãe que na época defendeu o companheiro indiciado.
O inquérito, a exemplo do outro envolvendo uma menor de sete
anos e publicado por nós na semana passada, foi remetido à justiça e o Ministério
Público decide agora se oferece denúncia.
Ramalho salientou que em ambos os casos, a atuação da investigadora
Suzana Braun, (foto) psicóloga e coordenadora do Despertamento Estadual de Criança e do
Adolescente, DECA, foi decisivo para o apontamento do suspeito pela autoria.
- É uma das maiores autoridades no assunto no RS. Ela é
muito respeitada – elogiou o delegado.
Suzana está há 27 anos na corporação e há 15 no DECA e em exclusiva ao Eu Falei, disse que os dois casos são muito
similares e que no episódio ocorrido nos quilombolas com a menor de sete anos,
a agilidade assim que o estupro foi detectado aumentam as chances de
responsabilização do agressor.
- O caso foi entregue há uma equipe multidisciplinar com experiência
neste tipo de ocorrência e os laudos decorrentes deste trabalho contribuíram de
forma significativa para a responsabilidade do agressor – explicou à
investigadora.
Para ela isso quebra paradigmas que afirmam ser a Polícia
Civil é um órgão despreparado para agir com eficácia em crimes de abuso sexual,
estupros e pedofilia.
- Somos tecnicamente preparados e bem conceituados não só no
Estado, mas, também no país – avalia.
Mas como identificar crimes sexuais contra menores? Até que
ponto devemos dar crédito a uma denúncia feita por nossos filhos, netos, sobrinhos
enfim...?http://eufaleipiratinirs.blogspot.com.br/2013/07/civil-indicia-padrasto-por-abuso-sexual.html
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