Estima-se que cada furna pode conter até 400 animais, que migram para outras regiões à medida que o espaço fica reduzido. O clima seco, quente e a disponibilidade de alimentos justificam o aumento da quantidade de morcegos na região. A raiva transmitida por estes animais é causada por um vírus que afeta o sistema nervoso e não tem cura. Também existe risco para a saúde humana.
Sinais clínicos
Os sinais da raiva podem incluir alterações de comportamento, depressão, demência ou agressão, dilatação da pupila, fotofobia (medo do claro), incordenação muscular, mordidas no ar, salivação excessiva, dificuldade para engolir devido à paralisia da mandíbula, déficit múltiplo de nervos cranianos, ataxia e peresia dos membros posteriores, progredindo para paralisia. Neste estágio o animal para de comer e beber. O estágio paralítico pode durar de um a dois dias, seguido de morte por parada respiratória. Casos de suspeita podem ser denunciados para as inspetorias Veterinárias. Candiota - (53) 3245.8020; Pinheiro Machado (53) 3248.1268; e Hulha Negra -(53) 3249.1393.
Tradição Regional
http://www.jornaltradicao.com.br/site/content/rural/index.php?noticia=5589
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