Grupo responsável por construção da Usina Pampa Sul anuncia unificação - PinheirOnline

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Grupo responsável por construção da Usina Pampa Sul anuncia unificação

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Quem antes dizia que a construção da Usina Pampa Sul, na localidade de Seival, em Candiota, era de responsabilidade da Tractebel Energia, terá que mudar a nomenclatura utilizada. Isso porque o grupo empresarial que atua no Brasil e no restante do mundo com empreendimentos de cunho energético anunciou, ontem, uma campanha nacional voltada à consolidar a mudança de gestão da companhia sob uma marca única, que passa a ser denominada como Engie.

A mudança, segundo a assessoria da empresa, “visa aumentar a visibilidade do grupo no país e no mundo, e dar suporte à sua reestruturação, que deixa o formato de divisão por empresas e passa a funcionar por linhas de negócios”. Vale lembrar que as empresas do grupo no Brasil englobam a Tractebel Energia – responsável pela UTE Pampa Sul –, Engie Solar, Emac e Ineo. Elas serão representadas pelas linhas de negócio Geração e Comercialização de Energia, Geração Solar Distribuída, Serviços de Energia e Soluções Integradas, respectivamente. Tal processo de reestruturação também promove o Brasil a uma unidade de negócios independente do resto da América Latina, e sob uma única administração local. “Com a integração da nossa marca e das nossas atividades no país, nós iremos promover o máximo de sinergias entre os diferentes negócios do Grupo no Brasil - Eletricidade, gás e serviços - o que significará novas oportunidades de negócios, sejam eles negócios já existentes e integrados, ou novos negócios em que ainda não atuamos no Brasil”, afirma Maurício Bähr, presidente da Engie no Brasil.

Atuante há 20 anos no país, a Engie é conhecida por ser a maior geradora privada de energia elétrica, dispondo de um parque de 29 plantas hidrelétricas, eólicas, de energia solar, biomassa, entre outras fontes, totalizando 10.158 MW de capacidade em operação e 1.400 MW em construção.

O grupo também desenvolve atividades nas áreas de serviços ligadas a energia, mobilidade urbana, segurança, iluminação pública e soluções para aeroportos, e busca oportunidades no setor de gás. “Todas as novas linhas de negócios ficarão sob uma única gestão, dentro da Unidade de Negócios Brasil, nos permitindo ficar mais próximos de nossos clientes e buscar de forma integrada as melhores soluções para eles”, complementa Bähr.

A Engie, que almeja ser líder na transição energética no mundo, através de soluções descentralizadas para cidades e regiões, teve, no país, um faturamento de R$ 7 bilhões em 2015. O grupo planeja investir no Brasil cerca de R$ 8 bilhões nos próximos cinco anos.

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